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O que é geração compartilhada?

1 de novembro de 2021

Soluções mais acessíveis para acesso à energia estão disponíveis no mercado para o consumidor.

A Geração Compartilhada já é possível para diversas fontes renováveis de energia – com destaque ao crescimento da energia solar – visto que os consumidores comprovam os seus benefícios econômicos, financeiros e ambientais.

Essa modalidade vem ganhando incentivos e segue no caminho para modernização do setor elétrico e matriz energética brasileira.


Mas, para explicar melhor, vamos entender onde tudo começou!

A Geração Distribuída (também conhecida pela sigla de GD), é um segmento do setor elétrico que o consumidor de energia realiza o investimento do próprio sistema de geração de eletricidade em um imóvel, como residências, comércios ou pequenas indústrias.

Em GD, dois modelos estão disponíveis para o consumidor: a Microgeração e Minigeração.

A diferença entre elas está na potência da geração, conforme abaixo:

  • Microgeração Distribuída: Sistema gerador de energia elétrica por meio de fontes renováveis, com potência instalada inferior ou igual a 75 kW (quilowatts).
  • Minigeração Distribuída: Sistema gerador com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 MW (para fonte hídrica) e menor ou igual a 5 MW para as demais fontes renováveis (solar, eólica, biomassa e cogeração qualificada).

Além desses, a GD conta também com quatro modalidades que oferecem características distintas: a geração junto à carga; empreendimentos com múltiplas unidades consumidoras (EMUC), também chamado de modalidade de condomínio; o autoconsumo remoto; e a geração compartilhada.

  • Geração Junto à Carga (consumidor possui seu sistema de geração de energia elétrica no mesmo local de consumo);
  • Autoconsumo remoto (permite que o consumidor instale seu sistema gerador de energia em um local diferente daquele que irá consumir);
  • Empreendimento com Múltiplas Unidades Consumidoras: (unidades consumidoras que se situam num mesmo local, mas utilizam a energia elétrica de forma independente); e
  • Geração Compartilhada (acordo entre unidades consumidoras, dentro da mesma área de concessão, que possuem um projeto de GD em local diferente das unidades consumidoras).

Esse importante marco se tornou viável no Brasil a partir da publicação da pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e revisada na , que incluiu as quatro modalidades da GD para regulamentar o compartilhamento de energia de Microgeração ou Minigeração entre um grupo de pessoas (Físicas ou Jurídicas), em locais atendidos pela mesma rede distribuidora.

 

Qual é o diferencial da Geração Compartilhada de energia?

Na GD, a instalação do sistema solar é a modalidade mais conhecida, mas esse processo costuma ser caro, devido aos custos altos com instalações, obras, adequação e até manutenção dos equipamentos.

Na Geração Compartilhada, o custo com a implementação do sistema de energia solar diminui consideravelmente para cada uma das pessoas envolvidas, possibilitando que todas elas possam usufruir da energia gerada de modo compartilhado. Esse custo também pode ser zero, caso cliente escolha uma empresa parceira e de confiança do setor, como a 2W Energia, por exemplo, não precisa se preocupar com obras, manutenção ou qualquer outro investimento.

 

Como funciona a Geração Compartilhada?


No Brasil, a Geração Compartilhada tem seguido em ritmo acelerado de crescimento. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar ), para atender 500 mil unidades, já foram instalados 400 mil sistemas solares, com investimento de R$ 23,1 bilhões.

Nesta modalidade, as fontes renováveis: Solar, eólica, biomassa e hídrica, estão disponíveis para que o consumidor gere a sua energia e são definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Destas, a que possui o maior potencial de captação e utilização em nosso país, de forma disparada, é a solar.

Atualmente, os consumidores residenciais lideram a lista representando 73,6% do total, em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (16,6%), consumidores rurais (7,0%) e as indústrias (2,4%), ainda, segundo dados da Absolar .

Nesta modalidade da GD, existe um acordo entre as unidades consumidoras para o compartilhamento da energia gerada, que devem ser localizadas em uma mesma propriedade ou nas imediações, mesmo que o sistema esteja localizado em outro lugar, como uma fazenda, por exemplo, mas dentro da mesma área de concessão.

Para o consumidor, desde 2015, todas as alterações na nova resolução foram positivas, dentre elas, está o aumento do prazo para uso dos créditos energéticos (sobra de energia que seu sistema produziu e você não consumiu), que passou de 36 para 60 meses.

Além disso, o prazo dado as distribuidoras para analisarem e aprovarem a solicitação de acesso e conexão do sistema a sua rede elétrica também diminuiu. Para instalação de painéis solares, por exemplo, o ganho foi na simplificação do processo de registro do produtor de energia solar junto à concessionária local.

 

Quais as principais vantagens em Geração Compartilhada?

Dentre os principais benefícios para o uso da energia solar está o fato de depender de uma fonte inesgotável e gratuita, o uso dessa energia é viável em praticamente todo o território nacional.

O principal benefício para o consumidor ao aderir a Geração Compartilhada é a economia na conta de luz, sem ter a necessidade de investir sozinho para instalação do sistema de geração de energia. Na prática, e por meio da Geração Compartilhada, consumidores podem se unir e ter energia de forma compensada nas devidas unidades consumidoras participantes.


Como funciona Geração Compartilhada? É burocrático?

É bem simples!

Por meio da Geração Compartilhada, consumidores que buscam geração própria são responsáveis pela partilha de energia de micro ou minigeração com um grupo de pessoas, podendo ainda determinar o percentual de energia que deverá ser destinado a cada unidade, desde que estejam na mesma área de concessão ou permissão.

Moradores de um prédio residencial ou comercial que tiverem no local de consumo uma área disponível para instalar um sistema fotovoltaico, podem se unir e gerar energia de forma compensada nas devidas unidades consumidoras participantes.

Já os empresários também têm utilizado bastante esse modelo quando usam as denominadas fazendas solares, nas quais cada consumidor aluga ou compra um lote (quota) da usina.

Mas antes de aderir a Geração Compartilhada, destacamos três importantes passos:

  • Estude sobre consórcios e cooperativas: a reunião de consumidores também pode ser realizada através dessas frentes;
  • Conte com o apoio de uma empresa de energia solar certificada no setor: é possível planejar quantos painéis solares você precisará, a potência instalada e quanto você vai economizar por ano.
  • Escolha o local de instalação do sistema fotovoltaico: deve estar cadastrada na distribuidora de energia que atende à região, além de seguir as normas da ANEEL.

E se eu não tiver espaço? Posso alugar?

Sim, outra opção para o consumidor é a locação de usinas solares, que surgiu junto à geração de energia compartilhada. Hoje, esta modalidade tem se tornado um novo modelo de negócio.

Na prática, o consumidor (pessoa física ou jurídica) pode alugar parte (quota) de uma usina já instalada na região da sua distribuidora, pagando ao locatário apenas pela energia gerada pelo sistema solar. Neste modelo, o locatário disponibiliza um condomínio solar para o aluguel a terceiros e economiza na instalação do próprio sistema, que foi instalado pelo locatário, portanto, a redução na conta de energia, é imediata!

Existem riscos em Geração Compartilhada?

Até agora, vimos diversas vantagens de se investir em geração compartilhada, principalmente no que se refere aos custos operacionais e redução na conta de luz.

Recentemente, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que estabelece o Marco Legal da geração própria de energia (GD), as regras serão estabelecidas de forma mais clara e definitiva, aumentando a transparência do setor.

O Marco legal pretende dar incentivos ao uso das energias limpas e renováveis, e prevê uma compensação pelo uso das linhas de distribuição de energia elétrica, além de garantir isenção de taxas até 2045 para quem já produz a própria energia.

Hoje, a GD não conta com o Marco Legal, mas segundo especialistas, o projeto dará mais segurança ao setor e trará importantes mudanças para os consumidores.

Posso contar com a 2W Energia?

Claro, aqui na 2W Energia, temos usinas solares localizadas em regiões estratégicas distribuídas pelo Brasil e conectadas à rede da concessionária com possibilidade de acesso à energia 100% renovável.

A gente injeta a sua energia na rede da distribuidora e a mesma distribuidora faz esta energia chegar até você, que deseja ter energia limpa, pagar mais barato e ser um consumidor consciente, que colabora ativamente com o bem-estar do meio ambiente.

Durante todo o processo de GD, oferecemos aos nossos clientes uma plataforma digital e diferenciada no mercado – o 2W Wave  – com diversas e soluções inovadoras para que todos tenham com segurança uma nova relação com a energia.

A 2W Energia possui mais de 14 anos de atuação no mercado brasileiro e tem mais de 2GW de projetos de geração próprios (parques eólicos e solares), além disso, contamos com um time experiente em entregar energia renovável aos consumidores a um preço mais competitivo no mercado, e com previsibilidade para relações de longo prazo.

Com a gente é 100% online, sem custos, sem burocracia e com garantia de Sustentabilidade!

Vem ser Waver!



2W Energia