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GD: o que você sabe sobre Geração Distribuída?

26 de novembro de 2020

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Nós explicamos neste post qual a relação entre geração solar e Mercado Livre de energia – pois, apesar de estarem relacionados, ambos operam de maneira independente. Nesse mesmo post, comentamos que, no que tange à energia solar, o próprio usuário final (seja pessoa física ou empresa) é, também, o produtor de sua eletricidade. Com a popularização e barateamento dos sistemas de energia solar fotovoltaica, o consumidor entra no âmbito da geração distribuída (conhecida como GD), que também tem as grandes vantagens de redução de custos com a energia e de sustentabilidade.  

Com o advento de novas fontes de energia e a busca por opções mais econômicas e sustentáveis, a GD vem se tornando cada vez mais popular no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica, estima-se que o avanço da GD poderá atingir 4 GW de capacidade instalada no final de 2020. 

Mas o que é exatamente a GD? 

Como o próprio nome já diz, a GD é a geração de energia realizada em sistemas geradores que ficam próximos ou até mesmo na própria unidade consumidora (casas, empresas e indústrias) e interligados à rede elétrica pública. Essa modalidade passou a vigorar em 2012, com a Resolução Normativa Nº482 da ANEEL. 

A GD pode ser:  

  • Microgeração: Sistema gerador de energia elétrica por meio de fontes renováveis, com potência instalada inferior ou igual a 75 kW (quilowatts). 
  • Minigeração: Sistema gerador de energia elétrica, com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 MW (para fonte hídrica) e menor ou igual a 5 MW para as demais fontes renováveis (solar, eólica, biomassa e cogeração qualificada). 

E o que é GC?

A geração centralizada (GC), por sua vez, é caracterizada por grandes centrais de produção de energia elétrica – no Brasil, em sua maior parte usinas hidrelétricas ou termoelétricas com grandes capacidades instaladas. No entanto, apesar da grande capacidade de produzir eletricidade, estas usinas localizam-se muito longe dos grandes centros de consumo necessitando longas e custosas linhas de transmissão. Todo esse processo encarece o custo da energia elétrica que chega até o consumidor final. 

Por isso a GD vem se popularizando tanto. Além dos benefícios econômicos, ao utilizar essa modalidade o consumidor contribui com a manutenção do meio ambiente, gerando energia mais limpa e de fontes renováveis. No Brasil, acabamos de ultrapassar a marca de 300 mil sistemas fotovoltaicos de GD conectadas à rede de acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). No total são mais de 4 gigawatts de potência instalada de geração distribuída da fonte solar fotovoltaica em todo o país. Do total, mais de 70% dos sistemas instalados são residenciais, o que mostra que cada vez mais consumidores estão buscando liberdade de escolha no que diz respeito à geração e consumo de energia elétrica!  

Apesar de também proporcionar muitos benefícios ao consumidor, GD e Mercado Livre não são a mesma coisa. Isso porque os excedentes da energia gerada , apesar de disponibilizados na rede, não podem ser comercializados no Ambiente Livre (ACL). Com a modernização do setor elétrico brasileiro, isso é algo que pode mudar nos próximos anos. Por enquanto, para saber qual o sistema mais vantajoso para você ou seu negócio, é fundamental contar com o apoio de quem entende do assunto! 

Na 2W, uma equipe de especialistas está preparada para te auxiliar com todas as dúvidas e indicar as melhores opções. Entre em contato com a gente: contato@2wenergia.com.br ou energialivre@2wenergia.com.br

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